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A gestão por excelência dos dirigentes que administram a arbitragem gaúcha

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Sintonia entre Federação, Comitê de Árbitros e Sindicato faz do apito gaúcho um dos mais vitoriosos, organizados e confiáveis do país. Não é de hoje que a arbitragem gaúcha vem alcançando números expressivos no futebol brasileiro. Embora na última década tenha tido baixas importantes após perder dois dos principais árbitros de sua história. Após muito trabalho e planejamento, o vazio deixado por Leonardo Gaciba e Carlos Eugênio Simon foi definitivamente superado.

Nas escalas do Campeonato Brasileiro basta fazer uma pesquisa simples para constatar que o Rio Grande do Sul está entre os estados mais utilizados pela CBF. Com um quadro que parece por completo em ascensão, o Comitê Nacional de Arbitragem não tem dificuldades para designá-los Brasil à fora. Mas tudo isso, é graças ao investimento pesado que Francisco Noveletto faz na atividade.

Empresário bem sucedido fora do futebol, “Chico” – como carinhosamente é conhecido no esporte – sabe que investir em arbitragem é um dever de casa que todo presidente de Federação deve fazer, talvez seja por isso, que a entidade ao qual ele comanda com transparência, responsabilidade e gestão, tem se destacado das demais.

Embora seja avesso a entrevistas e opte pela discrição, Noveletto é um dirigente diferenciado que procura tratar a arbitragem com respeito à história de cada profissional que com orgulho, carrega o emblema da Federação Gaúcha de Futebol. Parceiro da categoria e tido como um administrador mais “paizão” do que chefe de estado, não é difícil de entender o motivo pelo qual os árbitros o respeitam e admiram.

Um dos maiores acertos do presidente da FGF ao longo de sua gestão, foi o de ter convocado o desportista Luiz Fernando Gomes para assumir o comando do Comitê de Árbitros dos Pampas. Depois de provar com muito trabalho, dedicação e empenho que o Rio Grande do Sul possui um dos melhores quadros do país, Fernando se notabilizou por ser capaz de fazer uma gestão proativa que visa formar homens, antes de serem árbitros.

Mesmo que alguns confundam a sua timidez com inacessibilidade, bastam alguns minutos de uma boa prosa para descobrir que por trás daquele jovem senhor de cabelos brancos, tem um dirigente extremamente sério, correto, dedicado, e que vive a atividade com intensidade procurando tratar a todos de maneira igual. Sabedor de que o processo de formação dos árbitros é longo e que não é produtivo formar profissionais do dia para a noite, Luiz Fernando tem um comitê formado por profissionais de ponta, que o auxiliam a garimpar novos árbitros que possam dar continuidade ao sucesso da arbitragem, que por unanimidade é tida como a mais confiável do Brasil.

Além de revelar profissionais como, Anderson Daronco – melhor árbitro do Brasil na atualidade – e Diego Real, duas das mais recentes apostas do apito gaúcho, Fernando como todo gestor atento, sempre que pode acompanha os jogos da várzea. Além disso, o dirigente cobra dos seus subordinados diuturnamente uma atenção maior ao seu quadro amador, pois é nele que novos árbitros irão surgir.

O Rio Grande do Sul sempre foi conhecido por ser um Estado possuidor de árbitros assistentes inigualáveis, além de ter tido profissionais em Copa do Mundo, como ocorreu com Altemir Haussmann, que foi ao Mundial de 2006, na Alemanha, não se espante caso num futuro próximo outros assistentes gaúchos sigam o mesmo caminho.

Além de Rafael da Silva Alves, do experimentado José Eduardo Calza e do respeitado Elio Nepomuceno Junior, a Federação Gaúcha revelou um jovem árbitro assistente vocacionado e extremamente talentoso. Aos 27 anos, Michael Stanislau certamente será um dos destaques do Gauchão deste ano. Mas é impossível falar do sucesso da arbitragem gaúcha, sem citar a lisura e respeitabilidade de Carlos Castro, presidente do Sindicato dos Árbitros do Estado. Ex-auxiliar da FGF, “Castrinho” foi reeleito para mais um mandato à frente de uma das pastas mais desejadas do Brasil.

A administração de Carlos Castro é pautada no diálogo e no fino trato com a categoria. Com livre acesso aos corredores da FGF, o dirigente que é Capitão aposentado do Exército Brasileiro é um raro exemplo de unanimidade positiva no futebol. Em 2016, o Presidente do SAFERGS foi eleito o “Sindicalista do Ano” em uma pesquisa nacional. Isso mostra que a gestão por excelência apresentada pelos dirigentes gaúchos rompeu as barreiras do estado e tornou-se espelho para todo país.

ALEXANDRE MARQUES

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EDITOR - Paulo Rogério Veiga, comunicador esportivo, repórter, radialista e agente business de jogadores e treinadores. Contato 55+ (92) 99171-9226 vivo/watsap / 55+ (92) 98193-1304 tim/watsap. Email: pauloreporter@hotmail.com / pauloimprensa@gmail.com Leia mais em sobre o editor clicando aqui.