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Apesar da dificuldades na Série D, técnico do Fast define sobre o Castanhal-PA: “Precisamos da vitória”

Foto: Agência Sports Manaus

Na sexta posição do grupo 1, com seis pontos no Campeonato Brasileiro da Série D, o Fast Clube fica longe da equipe do ano passado que lutou pelo acesso. Na temporada, o Tricolor de Aço em seis jogos realizados, tem apenas uma vitória, com três empates e duas derrotas. Pela sétima rodada, precisando da vitória em casa, o Rolo Compressor encara o líder Castanhal-PA, com 14 pontos, no sábado, 17/7, às 16h (17h de Brasília), no Estádio Ismael Benigno, a Colina, na capital amazonense. 

Em seu segundo jogo no comando do Fast, o técnico Ricardo Lecheva, responsável pela boa campanha na última temporada, afirmou que tem pela frente o adversário mais difícil até agora e ainda invicta na competição. Para ele, a partida vai exigir muito esforço para conseguir a vitória.

– Sabemos que o clube não vive um bom momento em todos os sentidos. Precisamos da vitória mais do que nunca, mesmo diante de um adversário que tem a melhor campanha. É um jogo em casa, e para quem quer buscar uma classificação, não podemos pensar em outro resultado, que não seja a vitória. Temos que tentar deixar os problemas de lado, para recuperar a auto estima, a confiança para que possamos trilhar os caminhos da vitória – comentou ao SPORTS MANAUS, mas afirmou sobre a cobrança em relação ao elenco, em relação ao do ano passado que quase conseguiu o acesso.

– A pressão existe a todo instante, a todo momento e o Fast na situação em que se encontra, mais ainda, principalmente se a gente fizer uma comparação da equipe na última competição, que ficou entre as oito melhores da Série D. Nós chegamos até a fase de acesso, enfim, essa comparação existe e a expectativa sempre foi em cima disso. 

Sem muito tempo para conhecer um pouco mais o atual elenco, Lecheva, afirmou que as dificuldades têm que ser superadas para o Fast mudar sua história dentro da Série D neste momento. 

– É difícil a gente fazer uma análise ainda, são menos de uma semana de trabalho com a equipe. Da partida passada, tivemos só dois ou três dias de trabalho. Ainda estamos conhecendo um pouco melhor alguns atletas que não conhecíamos. Estou trabalhando nesse momento muito mais a parte psicológica, porque isso me preocupa, além disso, existem algumas particularidades que tem atrapalhado bastante o desempenho e o rendimento dos atletas, mas principalmente no treinamento – citou, mas ressaltou sobre as dificuldades. 

– A gente tem uma gama de problemas e situações, que tem de ser resolvido dentro do elenco no dia a dia, para que a gente possa fazer um trabalho específico e proveitoso para superar os adversários. É mais uma briga interna, para que depois possamos criar situações e condições para superar nosso adversário, mas isso vem sendo trabalhado, onde tivemos uma conversa muito boa com os jogadores – finalizou o comandante do Tricolor.