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Atlético de Madri vence Real pela 1ª vez em uma decisão continental e conquista a Supercopa Europeia

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Da redação do SPORTSMANAUS, com informações da ESPN.com.br

Foto: SUPER CUP CHAMPIONS! / Ángel Gutiérrez

Começou com a queda de um tabu, até esta quarta-feira, eterno, a era do futebol madrilenho pós-Cristiano Ronaldo e Zinedine Zidane. Pela primeira vez na história dos clubes rivais, o Atlético de Madri venceu o seu rival merengue em uma decisão de torneio continental.

Com uma vitória por 4 a 2, com direito a golaços na prorrogação e duas viradas, o Atlético de Madri conquistou a Supercopa Europeia, em jogo disputado na Estônia.

Os gols do Atletico foram de Diego Costa, que marcou duas vezes, Juanfran e Saul. Benzema e Sergio Ramos, de pênalti, fizeram para o Real.

O hispano-brasileiro, aliás, foi a maior figura em campo. Com muita garra, além dos dois gols, Diego brigou por todas as bolas e chegou até a se enroscar e bater boca com Sergio Ramos, capitão da seleção em que os dois jogam juntos.

Dentro do que era possível, as duas equipes levaram a campo o que tinham de melhor. No Real, por exemplo, o recém-chegado Courtouis não esteve nem no banco. Kalinic, reforço croata do Atletico, ficou no banco de reservas – assim como Vinícius Júnior, pelo lado branco do clássico.

O Atletico de Madri abriu o placar aos dez segundo de jogo, com Diego Costa, quase sem ângulo, após bola desviada por Diego Godín em cruzamento. E, dali em diante, só deu Real Madrid na primeira etapa.

Especialmente com Marcelo, pela esquerda, e Bale, pela direita, o Real sufocou os comandados de Diego Simeone no campo defensivo. Asensio, jogando mais centralizado, também dava trabalho ao miolo da defesa atleticana.

Sobre o técnico do Atlético, aliás, vale a informação de que ele não ficou sentado nem por um minuto – só que em um camarote do Estádio Likelula , já que cumpria suspensão.

Reencontro aconteceu na Estônia, momentos antes da decisão da Supercopa da Uefa

Foi do alto, portanto, que ele viu Bale descer com muita velocidade pela direita do ataque merengue e cruzar na direção da trave oposta para Benzema cabecear cruzado, matar o goleiro Oblak e empatar o jogo, aos 27.

Na segunda etapa, o Atletico começou conseguindo igualar um pouco mais as ações. Mas logo levou um golpe.

Após cobrança de escanteio, Juanfran cometeu um pênalti bisonho. A bola veio cruzada da direita e, ao recuar para dominar, o atleticano bateu com a mão na bola e a tirou de Benzema, que a dominaria em condição de fazer o gol.

O pênalti foi anotado sem dúvida alguma. E Sérgio Ramos o converteu, aos 18.

Atrás no placar, o Atlético intensificou sua força ofensiva, mas o Real dava a clara impressão de que controlava o adversário. Mais de uma vez, o time de Julen Lopetegui teve chances de ampliar em contra-ataques rápidos. Mas não o fez, até com certa displicência. E o Atletico empatou.

Bate-rebate na área merengue e a bola vai na direção da linha lateral. Marcelo foi tentar proteger a bola quase sobre a linha e, ao tentar dar um chapéu em Juanfran, perdeu a bola para o adversário que avançou e tocou para Correa cruzar para Diego Costa fazer 2 a 2.

No último lance do tempo regulamentar, Marcelo teve a bola do jogo nos pés. Ceballos arrancou pela esquerda e viu Marcelo entrando na área pelo meio. O cruzamento veio um pouco atrás e o brasileiro armou um voleio para encerrar o jogo com um golaço. Mas errou o chute.

GOLAÇO

Logo aos 7 da prorrogação, o Atletico voltou à frente. Varane marcou bobeira na entrada da área e perdeu a bola para Thomas, que lançou Lemar quase na linha de fundo. O cruzamento veio alto e Saul pegou um voleio de esquerda, de primeira, e fez um golaço.

O quarto dos atleticanos não demorou e veio com participação de Diego Costa. O brasileiro ganhou jogada na força de Carvajal, invadiu a área e cruzou para trás. Vitolo viu Koke na meia lua, livre, e inverteu para o camisa 6 pegar de primeira e fazer 4 a 2.

O quarto gol desmontou o Real Madrid. Perdidos, os merengues escaparam de levar o quinto em lance no finzinho, quando Vitolo invadiu a área deixando Varane para trás, antes de deixar Carvajal duas vezes no chão, antes de ter seu chute bloqueado.

Mas o gol perdido não fez falta. A Supercopa tinha mesmo o Vicente Calderón como destino.



Paulo Rogério/sportsmanaus@gmail.com

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