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Com um time jovem, técnico do Ypiranga-AP afirma sobre o Fast na Série D: “É difícil estrear fora”

Time estreia na Série D fora de casa, com um elenco muito jovem, mas devido a problemas extra campo que prejudicaram a montagem do elenco

Foto: Franselmo George

Eliminado ano passado pelo Baré-RR na seletiva, o Ypiranga Clube-AP começa a temporada da fase de grupos do Campeonato Brasileiro da Série D, mas com o pensamento de superar as dificuldades causadas pela pandemia da Covid-19 para seguir o mais longe possível na competição nacional. O primeiro desafio será diante do Fast Clube fora de casa, neste sábado, 5/6, às 16h (17h de Brasília), no estádio Ismael Benigno, a Colina, zona Oeste de Manaus.  

Em sua sexta passagem e campeão estadual ano passado, pelo Ypiranga, o técnico Vitor Jaime, 58 anos, sabe que toda estreia é complicada por vários fatores que envolvem a abertura de qualquer competição, principalmente sem ter antes jogos oficiais no começo da temporada.

Vitor Jaime conta com uma equipe regional para a Série D (Foto: Franselmo George)

– A Série D é longa, mas tem a possibilidade de seu recuperar se não tiver um resultado bom. É difícil estrear fora para todo mundo, mas também jogar fora é diferente para todo mundo. O campeonato geralmente é no segundo semestre. A equipe não tem ritmo de jogo, porque treinar é uma coisa, e jogar é outra. É lógico, quando um time joga fora tem  50%, porque o adversário já conta 50% à frente, porque  em casa, apesar de não ter público, não deixa de ser uma vantagem – explicou ao SPORTS MANAUS.

Em razão de problemas extra campo, inclusive com a perda do presidente do clube, e outras situações, que prejudicaram a montagem do elenco para a temporada, o treinador confessou de ter um grupo muito jovem e com jogadores regionais para a disputa do Brasileirão.

– Nós ficamos apenas com os atletas do estado e um jogador que foi campeão ano passado. A gente teve no máximo um mês e alguns dias de preparação. Quase não disputamos a Copa do Brasil, porque tivemos que fazer um time bem rápido e caseiro. A gente ficou com três jogadores e fizemos uma reformulação geral. A equipe contratou em média 15 jogadores e aproveitamos alguns garotos da cidade – justificou, mas confessou que conhece muito bem os principais jogadores do Fast.

– Tivemos informações de algumas contratações, alguns jogadores que trabalharam comigo, como o Flamel. É um jogador que tive a oportunidade de trabalhar várias vezes. Já o Rossini, é um jogador que enfrentei por várias oportunidades, e tem muita qualidade. Vamos enfrentar um time experiente, maduro, de qualidade, mas também com pouco tempo de treinamento – confessou Vitor. 

 

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