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“É preciso se qualificar o tempo todo”, afirma comentarista da TV A Crítica sobre a conclusão do Curso de Arbitragem

Foto: Asscom/TJD-AM

Como diria o filosofo grego Aristóteles “É fazendo que se aprende a fazer aquilo que se deve aprender a fazer”. Foi com esse pensamento, que o jornalista Leanderson Lima, de 39 anos, não deixa o tempo ditar as regras, mas sempre busca aprender algo novo, sendo formandos do Curso de Formação de Árbitros de 2019, da Escola de Formação de Árbitros de Futebol Syria Flores, da Comissão Estadual de Arbitragem de Futebol (Ceaf).

Diplomado na última sexta-feira (23/8), em solenidade realizada no Plenário  Dr. Vicente de Mendonça Júnior, no Tribunal de Justiça Desportiva do Futebol do Amazonas (TJD-AM), o mais novo profissional da arbitragem, é pós graduado em gestão de pessoas, comentarista esportivo da TV A Crítica dos jogos do Campeonato Amazonense da Série A e atualmente editor-executivo do jornal Manaus Hoje.

De acordo com Leanderson Lima, enriquecer o conhecimento profissional é algo que precisa ser praticado por qualquer profissional, independentemente de sua área de atuação, pois é fundamental se especializar cada vez mais no campo profissional em que atua.

Leanderson fez um registro ao lado de seus futuros colegas de arbitragem (crédito: Arquivo pessoal)

– Eu vejo como um processo natural. Não importa a profissão que você tem, mas precisa buscar conhecimento. Se eu fosse um engenheiro precisaria buscar no mercado todas as informações disponíveis para melhorar meu desempenho profissional. O jornalista não foge à regra. É preciso se qualificar o tempo todo. Eu fiz pós-graduação de gestão de pessoas porque é o que faço no dia a dia, mas um dia desses fiz curso de pilotagem profissional de drones. O próximo curso que quero fazer é de fotografia. Como trabalho como comentarista, preciso ir em busca de informação, conhecimento para que eu possa desenvolver o meu trabalho da melhor forma possível. Isso tem que ser processo natural, sempre. Por isso fui tentar aprender mais sobre arbitragem – explicou, mas ainda citou.

– Na verdade, eu sempre quis fazer esse curso, mas eu nunca encontrei uma turma compatível com o meu horário de trabalho. As aulas eram sempre a noite e conflitavam com o horário de funcionamento do jornal. Desta vez encontrei uma aula aos sábados, que caiu como uma luva e foi perfeito – disse Leanderson.

Para o jornalista esportivo, quem trabalha no esporte precisa buscar enriquecer seus conhecimentos voltados em sua profissão, principalmente no futebol, uma grande paixão do brasileiro. Por isso, quando a pessoa tiver mais domínio na profissão que exerce, será importante para realizar um bom trabalho.

– Não só as regras de jogo, mas tudo o que envolve a área. A parte técnica do jogo, preparação física, nutrição esportiva, legislação esportiva. Se você quer ser um profissional de excelência, você precisa buscar todo o conhecimento disponível no mercado – finalizou, mas aproveitou para citar um exemplo em outra de uma profissional que sempre busca sua qualificação.

O jornalista esportivo ao lado do árbitro Weden Cardoso (dir.) e do presidente da Ceaf, Vladimir Bastos (esq.) (crédito: Rui Costa)

– Tenho uma filha de onze anos que é atendida pela mesma pediatra há quase dez anos. Volta e meia ela está em algum congresso pelo Brasil se qualificando. O resultado disso? Nunca errou um diagnóstico com a minha filha. Acredite, tem médico que não consegue resolver um resfriado. Quando precisava levar a minha filha a um Pronto Socorro para resolver um problema alérgico. E por que é diferente? Porque é uma profissional que busca qualificação. O consultório é cheio o tempo inteiro. O que quero dizer com isso? É uma alegoria para explicar que aquele busca mais informações vai errar menos e, consequentemente, vai ter seu “consultório sempre mais cheio” – frisou.

Ao longo de um ano de curso, Leanderson Lima teve a chance de atuar em campo, mas auxiliando os árbitros nos jogos realizados pela Federação Amazonense de Futebol (FAF). Para ele, foi uma sensação diferente em comparação ao que vive no cotidiano, pois tem toda uma particularidade.

– Sim. Foi tenso, mas divertido. Arbitragem é uma parte muito importante no futebol. Diria fundamental. Uma arbitragem mal feita acaba com o espetáculo, vai marcar você de forma negativa para sempre. Como diria meu antigo chefe, “o bom árbitro é aquele que no dia seguinte ao jogo ninguém lembra nem o nome”. Acho que é por aí. Quero viver esta adrenalina, em um jogo oficial.

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