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FUTEBOL AMAZONENSE

Em reunião, jogadores e dirigentes do Rio Negro firmam acordo sobre salário atrasado e não sair do Amazonense

Jogadores e membros da comissão técnica do Rio Negro se reuniram com gerente de futebol Jofre Santos, na tarde desta sexta-feira, 15/2, na sede do clube, na avenida Epaminondas, no Centro da cidade, para cobrar um mês de salários atrasados, mas também fechar com clube o comprometimento de disputar até o final o Campeonato Amazonense da Série A.

Devido a crise financeira que passa o Galo da Praça da Saudade na temporada e ao longo dos anos, a exemplo de outros clubes do futebol brasileiro, ficou afastado qualquer possibilidade de paralisação ou até mesmo o abandono da equipe do estadual.

Último colocado na tabela de classificação, com zero ponto e cinco gols negativos, depois de duas derrotas consecutivas no campeonato, para Princesa do Solimões e Fast Clube, o Rio Negro, busca sua primeira vitória diante do Iranduba da Amazônia, neste sábado, 16/2, às 15h, no estádio Carlos Zamith, zona Leste da cidade.

Para o treinador José de Ribamar, a reunião foi muito proveitosa, esclarecedora, mas principalmente, mostrou o comprometimento e profissionalismo da comissão técnica e jogadores de superar os problemas, a crise e o salário atrasado.

– Nós tivemos uma conversa com os jogadores, eu e o Jofre Santos, gerente de futebol e decidimos continuar no campeonato. Acho que agora o grupo se fortaleceu, pois são nas dificuldades que sabemos quem realmente está comprometido com o clube. Vamos para partida com Iranduba muito mais fortalecido, devido o que aconteceu na reunião. O grupo fechou de terminar o campeonato, cumprir o contrato e vão ser profissionais em todos os jogos – explicou ao Sports Manaus, mas ainda destacou.

–  Na verdade estamos com o primeiro mês de salário atrasado, onde trabalhamos e não recebemos, mas estamos na expectativa que normalize. É claro, nenhum profissional deseja ficar nessa situação de salário atrasado, mas isso é uma realidade não apenas do Rio Negro, mas os grandes clubes atrasam seus salários. Por exemplo, o Atlético-MG está com dois meses atrasados – citou.

De acordo com comandante do Galo, o futebol amazonense ao longos dos anos vem se tornando muito difícil de trabalhar, pois não tem apoio de patrocinadores, investidores e o torcedor do clube não vai aos estádios acompanhar seu time de coração.

– O futebol no Amazonas é extremamente difícil de trabalhar, porque não temos torcedor como deveria e a torcida não colabora, não coopera para esse o salário seja pago, comparecendo nos estádios. Hoje estamos nessa dificuldade, mas com certeza, iremos normalizar a situação e nos superar no campeonato, porque todos estão focados nesse objetivo – disse Ribamar.

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