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EXCLUSIVO: ex-Paysandu, Lecheva disse que conhece o Nacional e terá ‘carta branca’ visando a Série D

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Com passagem pelo Paysandu, quando conseguiu o acesso ao Brasileiro da Série B em 2012 e campeão Paraense em 2013, Ricardo Mendes Nascimento, o Lecheva, 43 anos, desembarca nesta sexta-feira, 30/3, para comandar o Nacional no Campeonato Brasileiro da Série D. A história do treinador no Papão começou quando foi jogador, atuando como meia, ele subiu para o Brasileiro da Série A em 2001, sendo campeão da Copa Norte em 2002 e disputou a Libertadores, quando marcou o gol contra o Boca Juniors, no segundo jogo das oitavas de final da competição.

O último clube de Lecheva (chamado de Guardiola do Pará), foi o Cantanhal, pelo Campeonato Paraense deste ano. De Belém, com EXCLUSIVIDADE ao SPORTSMANAUS, o técnico afirmou que o convite de vir foi do presidente do Naça, Roberto Peggy. Para ele, sua trajetória nos clubes que atuou na região foi fundamental para sua contratação.

– O fato de trabalhar na região Norte tem um certo peso, isso facilita em termos de conhecer algumas equipes, alguns jogadores, isso facilita o trabalho na hora de montar um estratégia diante do adversário, bem como a contratação de jogadores. A adaptação é fundamental para que possa desenvolver um bom trabalho. Por tudo isso, a diretoria optou de vir atrás do meu nome, pelo trabalho dos últimos anos e por conhecer o adversário na Série D, o São Raimundo, de Santarém – comentou, mas chegar na situação do clube, após uma eliminação no regional e outra na Copa do Brasil, é algo comum no futebol brasileiro.

– Chegar no Nacional nessa situação de ter sido eliminado do estadual e da Copa do Brasil, acho que não é nenhuma novidade. Qualquer competição que você vai disputar somente um chega até ao título e os demais tem participações, independe de colocação. O Nacional pela grandeza que tem almejava coisas maiores, principalmente no estadual. Já tive experiência em outros clubes parecidas, mas tem como contornar tudo isso, ou seja com trabalho, conquistando resultados para que possa amenizar essa decepções anteriores – concluiu.

Avaliação e elenco

Sobre o atual elenco, Lecheva disse que já trabalhou com alguns atletas como Paulo Wanzeler, Pedro Balu, além do Fininho e Danilo Galvão conheço muito bem, enfim são alguns atletas que me passaram do elenco e já trabalhei com alguns e os outros conheço muito bem por ter enfrentado pelo Campeonato Paraense. Outro que não trabalhei foi com Marcelo Valverde, mas já conheço o jogador. Segundo o treinador, ele vem com ‘carta branca’ para ajustar o time, com indicação e até dispensa.

– Sim, a diretoria me deu total liberdade para avaliar, juntamente com eles os atletas que estão no time. Tanto é assim, que estão fazendo um esforço para chegar no máximo na sexta-feira, para fazer alguma movimentação antes do jogo amistoso com Fast Clube – disse.

Carta branca

Faltando pouco menos de um mês para a estreia no Brasileiro da Série D, quando joga com São Raimundo-RR, em Manaus, o novo treinador do Nacional, Lecheva, chega com total apoio da diretoria para fazer qualquer mudança, que considere necessário para a equipe consiga realizar uma boa campanha na competição, mas principalmente conquistar o tão sonhado acesso à Série C do ano que vem.

– A partir deste amistoso com Fast, vou fazer alguma avaliação sobre o elenco para saber da necessidade de quais posições, quantos atletas nós precisamos contratar para reforçar a equipe no Brasileiro da Série D, mas a diretoria deu toda liberdade para que nós façamos nossas avaliações, e junto com eles chegar a um denominador comum em quais posições devemos trazer reforços.

Cobrança

Sob dirigir a equipe depois de duas competições sem êxito e ainda com uma torcida exigente, Lecheva, lembrou na época quando assumiu o Paysandu em uma situação difícil no Brasileiro. Para ele, isso já virou uma rotina no futebol brasileiro e não se assusta mais com isso.

– Sob dirigir uma equipe que tem uma grande torcida, só tem um fator que ameniza qualquer tipo de cobrança, são os resultados positivos, mas é lógico que as maiores torcidas normalmente são mais exigentes. Quanto a isso, estamos bastante calejados, onde dirigi o Paysandu durante um ano praticamente num momento muito difícil, onde estava sete anos na Série C. O time estava com três meses de salários atrasados, muita dificuldade, a torcida não aguentava mais aquela situação e consegui reverter aquela situação na zona de rebaixamento para o acesso do Brasileiro da Série B. Essas cobranças nós entendemos, e a única forma de contornar são os resultados – justificou.

Trabalho

Admitindo ser um perfeccionista e buscando todos os detalhes possíveis para alcançar seus objetivos, o novo comandante do Naça, se considera um profissional que procura ao máximo realizar um trabalho em prol da equipe. Segundo ele, todos podem esperar acima de tudo, muito trabalho.

– A torcida pode esperar do Lecheva sempre muito trabalho. Um cara que veste a camisa dos clubes por onde passou, abrindo mão de muitas coisas, como momentos pessoais. Sou um fissurado em trabalho, saio do treinamento e já vou estudar, pesquisar o adversário, pesquisar minha equipe e o que posso fazer para melhorar meu trabalho no dia a dia, tentando trazer novidades. A torcida pode esperar por isso, muito trabalho, muita dedicação, com isso, tentar transparecer para equipe.

O treinador deve desembarcar na manhã desta sexta-feira, 30/3, acompanhado da minha comissão técnica, formada pelo preparador físico Edmilson Prado e o auxiliar Isac Marajó.



Paulo Rogério/sportsmanaus@gmail.com

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