“Foi um desrespeito”, diz Fajardo sobre críticas e alega clima desfavorável no Manaus após sua saída

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Após conquistar o título do Campeonato Amazonense e o inédito acesso à Série C, com o vice-campeonato da Série D do ano passado, o agora ex-treinador do Manaus, Wellington Fajardo, afirmou ao SPORTS MANAUS que já vinha sofrendo retaliações pela diretoria do Gavião do Norte.

Indignado com os dirigentes do Manaus, depois do empate com Vila Nova-GO, na estreia da terceira divisão, no sábado (9/8), ele foi categórico ao dizer que o procedimento dos responsáveis do clube foi totalmente errado na imprensa.

– Nenhum profissional gosta de ser criticado pela imprensa da forma que fui, e depois na reunião com muitas cobranças. Nós tivemos 22 dias de preparação. O profissional ser criticado através da imprensa e depois ser cobrado com toda essa defasagem de 22 dias, realmente me deixou bastante chateado. Isso foi um ponto mesmo de uma série de coisas que já vinha acontecendo em relação comigo e a diretoria – lamentou, mas ainda afirmou.

– Foi o ponto culminante mesmo essa forma e esse desrespeito que aconteceu, pois achei que foi mal conduzido. Não se faz isso com um profissional, principalmente com um profissional que se doa tanto pelo clube, que fez tanto pelo clube e que teve tantas conquistas.

Sobre o resultado com Vila Nova, praticamente com a vitória nas mãos, mas cedendo o empate no apagar das luzes, Fajardo, disse que o time conseguiu superar o adversário, cansou no final, mas afirmou não ter sido a maior razão de sua saída.

– Achei que fizemos um jogo muito bom pelo tempo de treinamento. Nós tivemos 22 dias, e realmente houve o cansaço e as substituições foram feitas em cima do que tínhamos estudado do adversário. Sair no jogo do Vila Nova não tem nada a ver não. O que houve realmente foi a forma como aconteceu, a falta de reconhecimento de todas as dificuldades que tivemos em relação ao adversário e a forma como foram as críticas. Achei que isso pesou muito na minha saída – contou, mas citou que o grupo tem tudo para chegar longe.

– Cheguei muito animado para Série C. Temos o grupo na mão e muito unido. Temos um esquema tático todo pronto, além de um preparador físico e de goleiros muito bom e um grupo de jogadores também. Acho que tínhamos tudo para fazer uma grande Série C, mas futebol é isso mesmo. Tem clima hostil e acaba acontecendo essas coisas, agora vida que segue – pontuou Fajardo.



Paulo Rogério

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