Sem apoio e estrutura, técnica do Atlético-AC enfrenta 3B com a pior campanha no Brasileiro Feminino

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Foto: Divulgação / Atlético-AC

Com a pior campanha no Campeonato Brasileiro Feminino da A2, na última colocação no grupo 2, com quatro derrotas, o Atlético-AC enfrenta a Associação Esportiva 3B da Amazônia, líder com 10 pontos, nesta quarta-feira, 8/5, às 17h. O jogo será realizado no Florestão, em Rio Branco, mas por detrás dos números se esconde uma série de problemas e dificuldades, além a falta de apoio na competição.

A equipe é formada por empregadas domésticas, donas de casa, comerciárias, entre outras profissões, e apenas realiza seus treinos três vezes na semana, para não atrapalhar com horário de trabalho e que possibilite ainda reunir todas na preparação para o Campeonato Brasileiro.

Equipe conta com abnegadas que fazem de tudo para defender o clube (crédito: Divulgação)

De Rio Branco, a treinadora Neila Rosas, 51 anos, há dez anos no comando das meninas do Galo, depois que pendurou as chuteiras resolveu fazer parte da comissão técnica. Funcionária pública, formada em administração, mas cursando Educação Física, ela disse ao SportsManaus, que conta com 25 jogadoras e todas do estado. Para ele, seu maior problema é a falta de estrutura.

– Infelizmente ocupamos esse lugar, mas quando entramos na competição sabíamos que seria muito difícil, por questão de apoio que não temos aqui. Por exemplo, os outros times a comissão técnica é composto por várias pessoas e aqui no Atlético, é apenas eu e mais uma jogadora que está machucada e não pode participar dos jogos – lamentou, mas ainda acrescentou.

Treinadora é funcionária pública e sofre com a falta de apoio (crédito: Divulgação)

– Fazemos tudo, desde os treinamentos até a parte de logística, tudo somos nós duas. O futebol feminino aqui não é valorizado, não temos campo para treinar, não temos material, treinamos em campo sintético e quando tenho dinheiro para pagar. A nossa realidade é muito diferente dos outros times – desabafou.

Sobre a partida com 3B, com uma campanha oposta, sendo uma das melhores ou se não a melhor da competição, Neila Rosas, disse que enfrentar o time amazonense é um grande desafio, mas se vier o resultado positivo seria a coroação de todo um esforço no Brasileirão.

– Sim, seria muito bom para compensar todo sacrifício que passamos para fazer todos os jogos, porque só quem esta conosco sabe das dificuldades que passamos durante essa competição. Na verdade, essas jogadoras são guerreiras, não tenho como exigir muito, até porque, elas não ganham nada para jogar – concluiu Neila.



Paulo Rogério

I live in Brazil, in the city of Manaus, which hosted 2014 World Cup matches, the Olympic 2016 men's and women's football tournament. I'm Paulo Rogério Veiga, 51, a reporter, journalist and owner of sports portal www.sportsmanaus.com.br. I would like to inform you that I have received material from FIFA for 35 years, in addition to Conmebol and UEFA. I have also been editor of globoesporte.globo.com/am/ portal. I am working as a press and publicity advisor to leverage your company, product, brand, your soccer career, whether player, coach, club, manager, any professional that Works and conducts business in football. I am a professional / base player agent and a soccer coach. I have contact with agents, international agencies, academies, intermediaries, scoutings, among others in Brazil and in world football, including with signed contract. Another work I do is to attract potential investors to sponsor clubs in Brazilian football, which seek to gain their place in the regional, national and even international scenario. Contact us. E-mail: paulo.imprensa@hotmail.com pauloimprensa@gmail.com Contact: +55 (092) 3629-0651 (office) +55 (092) 99171-9226 (live / watsapp). Leia mais em sobre o editor clicando aqui.


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