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Sem saber o que é vencer, Nacional e Rio Negro empatam pelo Amazonense e continuam na lanterna

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No jogo dos lanternas e sem vencer ainda no Campeonato Amazonense, no clássico Rio-Nal, o único resultado que interessava, era a vitória para as duas equipes. No final, Nacional e Rio Negro empataram em 1 a 1, complicando mais ainda a situação no estadual. A partida válida pela terceira rodada, foi realizada na tarde deste sábado, 3/2, no Estádio Carlos Zamith, Zona Leste da cidade. O Naça saiu na frente na cobrança de categoria do meia Fininho, mas durou muito, pois o estreante Giovanni empatou para o Galo da Praça da Saudade.

Mesmo pontuando, isso não foi suficiente para o Nacional sair da lanterna do grupo A, com dois na tabela. Pela última rodada do primeiro turno, o Naça encara o Fast Clube, no clássico Pai-Filho. O jogo será no próximo sábado, 10/2, às 16h (18h de Brasília), na Arena da Amazônia. Já matematicamente eliminado, o Rio Negro, na última colocação do grupo B, agora com um ponto, cumpre tabela com CDC Manicoré, na sexta-feira, 9/2, no Estádio Ismael Benigno, a Colina, Zona Oeste da cidade.

Lamentando o resultado no clássico, o treinador do Nacional, Sinomar Naves, reconhece que o time precisa melhorar, mas admite o trabalho para isso, porém, tudo depende de tempo, o que não teve desde quando assumiu as pressas.

Treinador do Naça admite que o time precisa melhorar muito (crédito: Paulo Rogério)

– Agente sabe que a equipe precisa render mais. O torcedor está cobrando, e isso é normal, natural, porque eles querem vencer e nós também. Estamos trabalhando arduamente para o melhor de nosso grupo, mas infelizmente não está acontecendo. É um campeonato de tiro curto, mas é necessário que consigamos a vitória para chegarmos na semifinais. Sem contar a partida difícil contra a Ponte Preta, na terça-feira – comentou.

Visivelmente irritado, o técnico Aderbal Lana lamentou ao SPORTSMANAUS, as chances desperdiçadas ao longo da partida. Ele disse ter alertado sobre esse detalhe anteriormente, mas sem solução para essas falhas.

– Perdemos gols o jogo todo, não é falta de falar ou dizer. O futebol não é força, mas é jeito, não adianta maltratar a bola, se fizer isso ela não vai entrar, tem que ter técnica para empurrar para dentro. Vamos trabalhar para buscar resultados. Vou pensar no próximo jogo com Manicoré para somar pontos. No segundo turno é começar com uma condição melhor na competição – disse.

Jogo

Lana esbravejou sobre os gols perdidos do Galo Carijó (crédito: Paulo Rogério)

Precisando da vitória, as duas equipes começaram iguais em campo, mas isso só perdurou por alguns minutos. O Rio Negro procurou trabalhar a bola, teve a iniciativa, ficou tocando para encontrar o momento certo para entrar na zaga do adversário. Já o Nacional, ficou esperando para sair na boa e sem muita pressa.

Apesar disso, o primeiro lance de perigo do Naça, foi aos nove minutos, que culminou no tento. Na entrada da grande área, Danillo Galvão tenta a jogada e é derrubado. O meia Fininho cobra falta com categoria no canto direito do goleiro, 1 a 0.

Em desvantagem, o Rio Negro chegou saiu mais ao ataque. Pela esquerda, Gleisson chutou próximo a meta do Naça com perigo. Aos 15 minutos, mais uma vez Gleisson participa da jogada. O jogador recebe na esquerda na grande área, mas é derrubado. O árbitro marca pênalti, mas a assistente Eliane Nogueira dos Santos, marca impedimento no lance.

Aos 18 minutos, o Galo Carijó chegou ao empate. Jogada pela esquerda, Leandro Silva nota a entrada de Giovanni, que coloca por cima do goleiro para empatar, 1 a 1.

Fininho (azul) apesar do gol marcado, foi muito vaiado pela torcida azulina (crédito: Paulo Rogério)

Aos 26 minutos, o Nacional investe pela direita com Adonias, que passa para Paulo Roberto chutar em cima da zaga. Aos 32 minutos, o Rio Negro chega com Leandro Silva pela esquerda, que passa para Gleisson tocar, mas o goleiro salvou o gol. Aos 40 minutos, o Galo Carijó perdeu a chance do empate. Pela direita Gleisson toca para Giovanni na pequena área e ele perdeu sozinho o gol.

No segundo tempo, o Rio Negro começou pressionando o Leão da Vila Municipal. Aos quatro minutos, pela esquerda Uander cobra falta e o goleiro Marcelo Valverde defende no ângulo esquerdo.

Passados os minutos iniciais, o Naça conseguiu retomar o jogo e passou sair mais. Aos 20 minutos, depois de uma disputa de bola, o lateral esquerdo Leandro Silva, foi atingido involuntariamente pelo jogador Cristiano. O árbitro paralisou a partida, aos 24 minutos, para a entrada de uma ambulância, que conduziu o jogador ao hospital João Lúcio, com suspeita de fratura na mandíbula.

Com a saída da ambulância, o jogo teve sua continuidade, até que retornasse o atendimento móvel. Depois de 28 minutos de espera, a partida foi reiniciada com o retorno da ambulância.

Com reinício da partida, aos 52 de jogo, Gustavo toca para Cristiano dominar e chutar rasteiro no canto esquerdo do goleiro do Galo. Aos 57 minutos, Caique cruzou pela esquerda, o goleiro falhou e na sobra Gleisson chutou em cima do próprio goleiro.

Com uma hora e 11 minutos de bola rolando, somando a paralisação, Gleisson recebe pela direita e pressionado pelo zagueiro Zé Antônio não conseguiu marcar, o que seria o segundo gol.

Ficha técnica:

Jogo: Nacional 1×1 Rio Negro

Motivo: Campeonato Amazonense / 1º turno / 3ª rodada

Local: Estádio Carlos Zamith

Horário: 15h

Renda: R$ 7.070,00

Público pagante: 566

Árbitro: Antônio Carlos Pequeno Frutuoso

Árbitros assistentes: Eliane Nogueira dos Santos e Marleudo Nunes de Lima

Nacional: Marcelo Valverde, Pedro Balu, Indio, Zé Antônio, Felipe, Bae (Rodrigo Ítalo), Adonias, Alexsandro (Gustavo), Fininho, Danillo Galvão (Cristiano) e Paulo Roberto. Técnico: Sinomar Naves.

Rio Negro: Pablo, Wagner Diniz, Herick, Leandro Mendes, Leandro Silva (André Luís), Ives, Giovanni, Jean Carlo, Uander (Caique), Marquinhos (Du) e Gleisson. Técnico: Aderbal Lana.



Paulo Rogério/sportsmanaus@gmail.com

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