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Visando novos caminhos, 1º Simpósio de Futebol Feminino na Amazônia acontece nesta sexta, 27

O futebol feminino amazonense e da região Norte será debatido em grande estilo nesta sexta-feira, 27/7, com a realização do 1º Simpósio de Futebol Feminino na Amazônia. O evento vai reunir grandes profissionais para discutir o presente e o futuro da categoria, a partir das 15h (16h de Brasília), no Auditório da Faculdade de Ciências Agrárias da Universidade Federal do Amazonas (Ufam).

A programação contará com as palestras de José Renato Sátiro, dono do maior acervo de publicações esportivas do mundo, com tema “Os maiores desafios do futebol feminino no Amazonas”; Diogo Cristiano Netto, gerente de desenvolvimento técnico, responsabilidade social sustentabilidade social da CBF com “CBF Social: Uma iniciativa para o desenvolvimento do futebol feminino”; Dra. Armineyde Abtibol, diretora jurídica do Iranduba “Lei Caio Júnior: Sucesso ou insucesso para categoria de treinadores?” e Romeu de Castro, supervisor de futebol feminino do departamento de competições da CBF “Futebol feminino, sua história e potencialidade como mercado de trabalho para treinadores de futebol”  

O coordenador do evento, o ex-treinador das equipes femininas do São Raimundo (2010), Iranduba da Amazônia (2011 à 2016) e Manaus (2016), Olavo Dantas, considera o encontro um momento único para os amantes debater sobre os novos caminhos da categoria na região.

– O objetivo do evento é discutir, fomentar, trocar informações a respeito do futebol feminino. Hoje, Manaus é um grande polo da modalidade, um trabalho de oito anos, que hoje repercute a nível nacional, podemos até dizer internacional – explicou, mas lembrou como surgiu a ideia do Simpósio.

– O curso está vinculado a passagem do Amazon Cine 3D pelo Estado do Amazonas, no início do mês de maio. Nesse sentido, realizamos um Curso de Treinador de Futebol, com aceitação muito boa, tanto pelos participantes das cidades por onde o projeto passou, assim como, por vários profissionais de Manaus, entre palestrantes e a imprensa. Agora para finalizar tudo isso, vamos realizar o I Simpósio – disse.

Com a expectativa de buscar novos caminhos para o futebol feminino, Olavo Dantas, convocou como palestrantes os melhores profissionais da área. Para ele, quem ganha com isso é o público e a categoria como um todo.

– Tenho certeza que, com o “time” que irá palestrar, vamos ter uma tarde e noite de muito aprendizado, assuntos de segmentos alternados, mas que lá na frente se encontrarão. A expectativa, é um evento de muito aprendizado para o público que for prestigiar, quem sabe formar multiplicadores, que num futuro breve tenhamos mais equipes de alto rendimento, como o processo de formação na base, ainda muito distante em quase todo o país – finalizou. 

Dra. Armineyde Abtibol será uma das atrações com sua vasta experiencia no evento (crédito: Arquivo pessoal)

Palestrante

Uma das palestrantes, a Dra. Armineyde Abtibol, 39 anos, responsável pelo tema “Lei Caio Júnior: Sucesso ou insucesso para categoria de treinadores?”, disse que é um assunto que envolve todos que trabalham no futebol. Para especialista, a legislação pode ajudar muito nesse sentido de mudar uma situação atual de instabilidade dos profissionais da área.

– O Projeto de Lei 7560/14, mais conhecida como Lei Caio Júnior, visa definitivamente assegurar direitos, garantias e estabilidade para desenvolver um trabalho consistente. No Brasil a média de permanência de um treinador na 1ª Divisão é de apenas 5 meses. Na Inglaterra e França de 12 meses, segundo pesquisa de uma Revista Inglesa. No Brasil o único treinador que ficou mais de seis anos, foi Cláudio Tencati, do Londrina – salientou, mas ressaltou o aprendizado de quem for ao evento.

– Expor esse Projeto de Lei será importante para os participantes, tendo em vista, várias notícias que são publicadas levianamente. Por exemplo, com a emenda proposta pela Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público, onde os treinadores obrigatoriamente terão que se qualificar para continuar atuando. Consigna-se que essa exigência já acontece na Europa. Além disso, a FIFA já determinou que todos os treinadores de futebol, em breve, vão precisar de licença para trabalhar. A Conmebol, já estabeleceu esse prazo de 2021 para Libertadores – citou.

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