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“Nem sempre jogar em casa é melhor”, diz técnico do Avaí-SC sobre jogo com Nacional pela Copa do Brasil

Foto: Divulgação/ Avaí-SC

Para repetir a mesma campanha de 2017, quando chegou nas semifinais, perdendo a vaga para o Flamengo, o Avaí-SC inicia contra o Nacional-AM, sua caminhada na Copa do Brasil su-20, nesta quarta-feira, 7/10, às 14h (15h de Brasília), no Estádio da Ressacada, em Florianópolis. A primeira fase será em jogo único. O vencedor passa para a próxima fase, mas em caso de empate por qualquer placar, a definição do será na cobrança de pênaltis.

De Florianópolis, com a vantagem de apenas jogar em casa, o técnico Fabrício Bento afirmou que a garotada do Leão da Ilha reconhece a pressão em cima do elenco, mas garantiu que o grupo está preparado para esse desafio.

– Sabemos que jogar em casa sempre há uma pressão em cima da equipe para o resultado, mas temos que está tranquilo, preparado para enfrentar as dificuldades do jogo e fazer o melhor para tirar o proveito dessa situação. Nem sempre jogar em casa é melhor, mas você tem de estar preparado e saber que vai ter dificuldades – disse, mas alertou ao SPORTS MANAUS.

Treinador disse que é muito difícil jogar com um time que é desconhecido (Foto; Divulgação / Avaí-SC)

– A gente não sabe como a outra equipe vem, mas nós temos que implantar nosso ritmo de jogo e esquema tático para não jogar somente dentro de casa, mas fora também. A gente procura trabalhar sempre de um jeito, e não tendo muita mudança para que na hora do jogo não fique complicado. A gente trabalha em cima de um esquema para que possa jogar dentro e fora de casa – comentou o treinador.

Além da responsabilidade de jogar em seus domínios para conseguir a vaga, o jovem comandante do Avaí, confessa que ainda tem a falta de informações do adversário. Para ele, isso não é bom, mas vai ajustar a equipe, de acordo com o comportamento do Nacional.

– É difícil jogar com um time que você não conhece totalmente, nem o esquema tático, nem a forma de jogar e muito menos os atletas, enfim, tudo isso é complicado. Essas dificuldades todos passam das categorias de base, porque não é tão divulgado e não tem jogos transmitidos. A gente tem que trabalhar em cima do nosso propósito, do nosso grupo, do nosso esquema e tentar implantar no jogo para tentar encaixar o mais rápido possível. Com isso, neutralizar as jogadas e o esquema tático do adversário – comentou Fabrício, mas afirmou.

– Vai ser o primeiro jogo oficial do ano. Não tivemos chances de ter o campeonato de base antes da Copa do Brasil. As dificuldades foram grandes, mas com a perda de alguns jogadores, a gente trouxe alguns atletas e procuramos trabalhar o máximo para implantar um esquema tático simples, porque não adianta inventar muita coisa pelo pouco tempo de trabalho – lamentou.

 

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